quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Brasil, um país de tolos!

Os tolos não tem coragem de falar? Nosso povo subletrado é uma massa ignorante, e como tal, ingênua na sua cumplicidade cafajeste. Cafajeste por optar por bandidos locais como seus protetores, como referência subserviente bem como optam servir aos bandidos do poder, afinal acreditam que foi Lula, e não o plano Real, quem os alçou à condição de consumidores. Some-se a isso o bolsa esmola e os números crescem. Por fim não esqueçam os coniventes por interesses próprios, que na nossa vida social e econômica aparelhada não são poucos.
Pronto, temos um povo cúmplice, sem caráter próprio, sem dignidade e eleitor amorfo de quem lhe dá a forma. Curral bovino, destinado a colher as migalhas que lhes sobrar da fartura da nova elite sindicalista/terrorista. 
Assumir que temos tantos amigos, parentes e colegas cafajestes não é para qualquer um, afinal você pode ser excluído e acabar isolado neste país assolado por bandidos e seus cúmplices!
Acostumados a contemporizar com a divergência, qualidade democrática da tolerância, não aprendemos a limitar a tolerância por total falta de parâmetros morais.
Percebam que o Gramscismo cultural não precisou de muito esforço para contaminar redações e instituições de ensino, já somos filhos do populismo provedor, de um Estado paternalista e onipresente. E onde não houve a devida onipresença policial, surgiram os mandatários do ilícito a cuidar das necessidades básicas em troca do silêncio premiado com cestas básicas ou outros produtos de consumo, ou da morte por ousar pensar em falar com as autoridades da lei escrita. A lei da boca fala, não escreve, mas basta falar para ser ouvida, pois ela alivia pelo autoritarismo paternalista. 
Cala-te em favor de quem lhe provém! Alguma semelhança com o pensamento único socialista? Algo assim opera na Venezuela ou na Coréia do Norte?
Antônio Gramsci e todos os ilustres canalhas da Escola de Frankfurt nunca imaginaram tamanha facilidade e docilidade para com suas estratégias formadoras de opinião, afinal para se convencer um povo com moral cristã a pensar como hipócritas amorais era preciso um trabalho de longo prazo. Sim, vem sendo feito há muito tempo, mas sou crítico da total falta de oposição, da omissão dos livres pensadores e da conivência política a favor da divisão do butim da corrupção epidêmica. Aqui deu tão certo a "democratização do pensamento único" que nem temos partidos de direita. Como se toda a direita fosse canalha e toda esquerda proprietária das virtudes. Os canalhas estão espalhados por todos os cantos, mas definitivamente se concentram na esquerda. Vender o sonho impossível da igualdade é muito canalha, é desonesto, e somente um idiota pode acreditar que somos iguais. Direitos são iguais, oportunidades podem ser distribuídas de forma a amenizar as diferenças, mas o mérito do esforço individual é um valor sagrado da humanidade.
Assim, não tenho como aliviar minha opinião. Tanto pela hipocrisia do pensamento, como pela conivência com o banditismo paternalista do morro, ou do planalto, temos um malemolente 'malandro carioca' embutido em cada eleitor cafajeste do PT.
Povo que elege corruptos não é vítima, é cúmplice!